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Bar Brahma.

 

        Há algum tempo escrevi uma crônica, que postei, e o título era “O tempo passou, muita coisa mudou”. Nele mencionei o Bar Brahma, dizendo que na Av.São João, (álias esquina com a Ipiranga) esse bar resistia bravamente e dizia que provavelmente era freqüentado por nostálgicos, que iam lá ouvir o Cauby Peixoto. Disse ainda ter saudades desse bar, que tinha freqüentado muito quando moça, e dele guardava boas recordações.

 

 

        O bar é esse da foto acima, tirada de dia e portanto sem o charme do lugar à noite.

 

        Ao ler a crônica, minha norinha disse que poderíamos ir lá qualquer dia.

 

        Em finais desse janeiro lá fomos, minha norinha que é a Lys do Universo Desconexo, a Elza do blog do Beagle, acompanhada por uma amiga e eu, evidentemente A reserva foi feita para uma segunda-feira, pois é o dia em que o Cauby se apresenta. Minha grande surpresa foi que ele não é freqüentado só por nostálgicos, havia um bom número de jovens. Estes provavelmente tomaram mamadeira ao som do vozeirão do Cauby, cantando Conceição. É a sua marca registrada.

 

        Lys e eu chegamos antes e ficamos conversando um bom tempo. Ela me perguntou se o lugar ainda era o mesmo. Respondi que não sabia. Não tinha recordações do lugar em si, mas de sensações. Freqüentei bastante com um namorado, quando tinha 21,22 anos. Sei precisar a idade pois me lembro que estava no quarto ano da Faculdade de Direito, em plena época de provas semestrais. Precisei deixar algumas matérias para segunda chamada porque não tinha tempo para estudar, uma vez que saía quase todas as noites.

 

        Ir ao bar Brahma foi uma volta ao passado. Posso não me lembrar de como era o ambiente, mas revejo dois jovens, sorridentes, conversando animadamente,  acompanhado de um chopinho.

       

        Esse retorno ao passado me deixou muito feliz.

 

 

 

 

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