Depois do meu post anterior, que traz uma matéria sobre o efeito terapêutico de manter blogs, achei um  outro tipo de efeito  terapêutico, no mínimo insólito.

Fala de papagaio

 

“Jim Eggers, de St. Louis, (EUA), sofre de desordem bipolar e tem um histórico de explosões psicóticas violentas.

 

Hoje em dia, porém, quando ele está prestes a explodir, Sadie, sua companheira constante, está presente para acompanhá-lo.

 

        “Está tudo bem, Jim”, diz Sadie. “Calma Jim. Está tudo bem com você. Eu estou aqui Jim”

 

        Sadie não é terapeuta, enfermeira ou namorada de Jim. É um papagaio fêmea. E, como relatou Rebecca Skloot na “The New York Times Magazine”, ela faz parte de um zoológico crescente de animais de serviço que ajudam portadores de deficiências mentais e físicas.

 

Há pôneis que atuam como guias de cegos, macacos que ajudam tetraplégicos, e furões, porcos, iguanas e patos que ajudam a reduzir a ansiedade de pacientes”

 

        Encontrei esta matéria, e fiz esta breve síntese, na Folha de São Paulo, do dia 02/02/2009, no caderno The New York Times.

 

        Como no meu post Túnel do Tempo, volto a dizer: não dá para acreditar que seja verdade, mas juro que é.

Anúncios